sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Estoque já chega a 36 dias nas montadoras e revendas




O volume de carros novos parados em pátios de montadoras e concessionárias no país voltou a subir no mês passado e alcançou um patamar que já pode ser considerado preocupante. Em julho, os estoques chegaram a 367,1 mil veículos, quantidade que demanda 36 dias para ser totalmente renovada. No mês anterior, o giro dos estoques estava em 33 dias, somando 341,99 mil unidades.

A Anfavea - entidade que representa as montadoras de automóveis - já havia reconhecido anteriormente que estoques com giro superiores a 35 dias começam a pesar nos custos financeiros das empresas.

Ontem, contudo, a entidade procurou não tratar o tema como um problema e considerou a evolução no nível de carros estocados como uma situação normal. "Pelo que eu ouvi, ninguém está preocupado", afirmou Cledorvino Belini, presidente da Anfavea.

A entidade considera a possibilidade de que o aumento esteja ligado à liberação de carros importados que estavam parados em portos por conta do fim das licenças automáticas de importação. Também cita fatores sazonais, já que o giro estava perto do nível atual entre junho e julho do ano passado.

Os números da Anfavea revelam que houve maior avanço de estoque na indústria, onde o número de veículos parados passou de 104,27 mil para 126 mil unidades - com giro subindo de 10 para 12 dias na passagem de junho para julho. Nas concessionárias, o giro avançou de 23 para 24 dias e o volume passou de 237,72 mil para 241,09 mil veículos.

O balanço mensal da indústria divulgado ontem pela entidade mostra que o setor dá sinais de perda de fôlego, mas continua renovando marcas históricas. Em julho, tanto as vendas - de 306,23 mil veículos - quanto a produção - de 307,19 mil unidades - tiveram o melhor resultado para o mês da história.

No acumulado dos sete primeiros meses deste ano, todavia, as vendas cresceram 8,6%, para 2,04 milhões de veículos, enquanto a produção subiu 4,3%, chegando a 2,02 milhões de unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.

Apesar disso, a Anfavea mantém as previsões ao ano, que projetam crescimento de 5% no mercado automobilístico. "Existe uma conjuntura internacional desfavorável. Não sabemos quais as consequências desta crise internacional", justificou Belini.

O executivo - que também é presidente do grupo Fiat na América Latina - da ainda considerou remota a possibilidade de o governo zerar a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dentro do novo incentivo tributário a fabricantes de carros.

A medida provisória publicada na quarta-feira permite ao governo reduzir o IPI para as montadoras até 2016. O benefício exige, como contrapartida, investimentos em inovação e índices de nacionalização de componentes na fabricação de carros.

Ainda não foi definida qual será o corte da alíquota, assim como o percentual de conteúdo nacional que será exigido. Mas Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, adiantou que vê como viável um índice de nacionalização mínimo de 60% nas peças.

O que ele descarta é que o IPI aos fabricantes seja zerado. "Quem vai pagar as contas depois? É uma hipótese teoricamente absurda no meu ponto de vista", comentou o presidente da Anfavea durante entrevista coletiva à imprensa sobre os resultados das montadoras em julho.

ANFAVEA

A produção de autoveículos cresceu 3,5% em julho deste ano em relação a junho, após ajuste sazonal dos dados. O volume de autoveículos novos nacionais licenciados recuou 0,1% e as exportações de autoveículos avançaram 38,7% na mesma base de comparação.

• A produção de autoveículos (exclui CKD) atingiu 307,2 mil unidades em julho, quantidade 5,7% maior que a de igual mês do ano. Segundo dados dessazonalizados, foram verificadas variações de 3,5% no mês e de -0,3% no trimestre.
• O volume produzido em julho foi composto por 230,9 mil unidades de automóveis, 52,8 mil de comerciais leves, 19,3 mil de caminhões e 4,2 mil de ônibus, o que representou variações respectivas de 3,1%, 15%, 10,6% e 21%, em comparação ao mesmo mês do ano anterior.
• A produção de máquinas agrícolas alcançou 6,7 mil unidades em julho, quantidade 21,9% menor que a de igual mês do ano anterior, resultando em variação de -9,6% do volume acumulado no ano. Pela série dessazonalizada, variações de -9,2% no mês e -3,9% no trimestre.
• O número de autoveículos licenciados atingiu 306,2 mil unidades, 1,3% maior que a de igual mês do ano anterior, acumulando no ano crescimento de 8,6%. Em termos dessazonalizados, registraram-se variações de -0,6% no mês e -2,1% no trimestre.
• O volume de autoveículos licenciados em julho foi composto por 238,8 mil unidades nacionais e 67,4 mil unidades importadas, representando variações, respectivas, de -3,7% e 24,1% em relação a igual mês do ano anterior e de 2,7% e 35,8% no acumulado no ano. Dessazonalizados, os números de licenciamentos corresponderam a variações de -0,1% e -4,4% no mês, para veículos nacionais e importados, na ordem e de -3,2% e 5,2% no trimestre. O número de autoveículos importados representou 22% do total licenciado no mês.
• As exportações de autoveículos (exclui CKD) alcançaram 46,5 mil unidades em julho, 20,1% maior que o de igual mês do ano anterior, atingindo crescimento de 5,2% do volume acumulado no ano. Em termos dessazonalizados, registraram variações de 38,7% no mês e -12,3% no trimestre.
• As vendas internas no atacado de máquinas agrícolas, incluindo nacionais e importadas, atingiram 5,6 mil unidades em julho, 12,8% menor que a de igual mês do ano anterior, resultando em queda de 8,4% do volume acumulado no ano. As exportações de máquinas agrícolas somaram 1,7 mil unidades no mesmo período, quantidade 19,8% maior que a de igual mês do ano anterior, acumulando alta de 16,3% no ano.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Dentro do pacote

Rionet
Governo zera IPI de carro que privilegiar peça nacional
Válida até 2016, medida atende montadoras preocupadas com importação de veículos coreanos e chineses

Segundo o Estadão, a indústria automobilística instalada no Brasil, composta apenas de multinacionais, terá o mais extenso benefício da política industrial da presidente Dilma Rousseff. Uma medida provisória vai permitir zerar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as empresas que aumentarem o conteúdo nacional, elevarem investimentos e produzirem veículos inovadores. Hoje, a alíquota máxima de IPI é de 25%. O benefício vai durar até julho de 2016. A medida não tornará os carros mais baratos - o governo abrira mão de arrecadação. O benefício só será dado a empresas que apresentarem projetos. A medida atende a uma forte pressão das montadoras, que estão preocupadas com as importações dos automóveis coreanos e chineses.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Problema dos outros

Por FERNANDO DE BARROS E SILVA FSP 03/08

SÃO PAULO - Por que carros fabricados ou vendidos no Brasil chegam a atingir 200 km/h, 240 km/h, se a velocidade máxima permitida por lei nas estradas é de 120 km/h?
A pergunta pode soar esdrúxula ou ingênua. Mas imagine, por exemplo, que empresas pudessem produzir e fazer propaganda da maconha na TV, sem que o consumo da droga fosse liberado. Sim, é apenas um devaneio. Mas, feitas as ressalvas, é mais ou menos isso o que ocorre em relação aos carros.
A propaganda promete ao motorista uma vida de aventuras, emoções fortes, possibilidades ilimitadas. Velocidade, potência, conforto, status, mil sonhos ao volante. O carro é um símbolo da masculinidade, um "veículo" de prestígio e ascensão social. Daí à sensação de onipotência a distância é curta.
Não é o caso, evidentemente, de responsabilizar apenas os fabricantes e a propaganda pelas tragédias do trânsito. Nem de excluí-los do problema. Não basta dizer, cinicamente, "dirija com moderação" quando está claro que há uma cadeia de estímulos à ilegalidade.
Apesar disso, o ponto principal está no comportamento de quem dirige, é óbvio. O carro se tornou uma espécie de arma e de armadura, com as quais as pessoas saem às ruas para fazer a sua "guerra de todos contra todos", como dizia o filósofo Thomas Hobbes a respeito da vida em estado selvagem.
As maiores vítimas dessa guerra são os pedestres. No ano de 2010, quase metade das mortes no trânsito ocorridas na cidade de São Paulo foram por atropelamento (46%). Os motociclistas vêm em segundo lugar -são 35% das vítimas, porcentagem que aumenta a cada ano.
As mortes de motoristas ou passageiros de carros correspondem a 15% do total (200 casos na capital paulista no ano passado). É uma marca que vem caindo -em 2005 foram 319 pessoas. Apesar de mais rápidos, os carros estão paradoxalmente mais seguros, o que é bom. Desde que não sejam, também, mais letais -para os outros.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Vendas de autoveículos pelas concessionárias (Fenabrave) Julho de 2011

• Foram comercializados 306.202 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus em julho de 2011 com elevação de 1,3% em relação a julho de 2010, constituindo-se no melhor julho da série histórica. No acumulado dos primeiros sete meses o montante é de 2.043.473. No mesmo período de 2010 o montante era de 1.882.096;

• Na série com ajuste sazonal, queda de 0,2% em relação ao mês anterior, após elevação de 1% em junho. Com isso, o trimestre encerrado em julho registrou queda de 2,5%, quinta queda consecutiva nessa base de comparação;

• No mês foram comercializados 222.923 automóveis, com recuo de 1,4% sobre igual mês de 2010. Em relação a junho de 2011 houve elevação de 0,8% na série dessazonalizada. No acumulado do ano observou-se incremento de 5,8%. Para comerciais leves, as vendas atingiram 65.018 unidades (segundo melhor mês de toda série histórica, inferior apenas a dezembro de 2010, 73.551), correspondendo a alta de 9,9% comparativamente a julho de 2010 e, na série dessazonalizada, a aumento de 2,2% comparativamente ao mês anterior;

• As vendas de caminhões em julho de 2011, 15.533 unidades comercializadas, representaram aumento de 5,7% sobre o mesmo mês de 2010. Sobre o mês anterior houve crescimento de 1,2%, dados dessazonalizados, e no acumulado do ano expansão de 15%. Foram vendidos 2.728 ônibus no mês, alta de 11,5% em relação a julho de 2010 e recuo de 0,8% em relação a junho de 2011. No acumulado do ano, a expansão atingiu 21,8%.

Importação de carros volta a crescer e supera US$ 1 bi em julho

Valor 02/08
Apesar da adoção de licenças não automáticas, as importações de automóveis continuaram aumentando nos últimos dois meses e alcançaram US$ 1,002 bilhão em julho. O valor é 2,6% superior ao de junho e 12,3% maior que o de maio, quando a medida foi aplicada. Mesmo sem ter reduzido o fluxo de veículos importados, o governo diz que não pretende revogar o mecanismo.

"A medida é útil para podermos avaliar o que está acontecendo", afirmou a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres. De acordo com ela, o licenciamento não automático não tem como objetivo melhorar o desempenho da balança comercial. "Hoje não temos nenhuma licença com atraso superior a 60 dias", garantiu Tatiana, referindo-se ao prazo definido pelas regras internacionais.

A secretária comentou que o licenciamento não automático permitiu aos técnicos do governo "tirar conclusões" sobre o aumento das importações de veículos e sugerir políticas de estímulo à indústria automotiva. Ela se esquivou de dizer, no entanto, se o setor foi contemplado na divulgação do pacote de política industrial a ser anunciado hoje.

Argentina, México e Alemanha são os principais fornecedores de automóveis do Brasil. Nos sete primeiros meses do ano, as importações de veículos de passageiros cresceram 59,8%, principalmente as originárias de países asiáticos, como Coreia e China.

De janeiro a julho, conforme dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, a balança comercial registrou superávit de US$ 16,101 bilhões. O saldo é 74,4% maior do que o obtido em igual período do ano passado. Apenas em julho, o superávit alcançou US$ 3,135 bilhões.

As exportações subiram 31,9% e chegaram a US$ 22,252 bilhões, valor abaixo do registrado em junho e em maio. Tatiana minimizou a queda, explicando que se trata de um efeito dos menores embarques de soja. As importações aumentaram 22,6% e atingiram US$ 19,117 bilhões.

A secretária destacou o desempenho do setor siderúrgico, que se beneficiou da maturação de investimentos recentes na indústria, segundo ela. Por isso, nos últimos 12 meses, as exportações aumentaram 35% em volume - de 4,8 milhões para 6,5 milhões de toneladas. No mesmo período, as importações caíram 36% - de 3,2 milhões para 2,1 milhões de toneladas. Não há, diz Tatiana, nenhuma relação com a fixação de valores de referência pela Receita a produtos siderúrgicos.

Outro destaque positivo foi o aumento dos embarques para os EUA, segundo maior destino das exportações brasileiras, atrás apenas da China. As vendas para o mercado americano tiveram alta de 46,8% em julho, o mais elevado entre todos os blocos econômicos, e foram alavancadas por bens manufaturados, como motores, geradores elétricos e autopeças, além de petróleo e etanol.

A secretária manteve a estimativa oficial de US$ 245 bilhões para as exportações em 2011. Nos últimos 12 meses, chegaram a US$ 235,6 bilhões. "Julgamos prudente acompanhar os desdobramentos do cenário internacional nas próximas duas semanas." Cerca de 60% do crescimento das exportações desde julho do ano passado é explicado pela alta das vendas de produtos básicos. (DR)

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

JAC Motors do Brasil


Valor 01/08

O vice-presidente mundial da JAC Motors, Daí Maofang, e o empresário brasileiro Sérgio Habib, importador da marca, anunciam hoje, em São Paulo, um acordo para investir em uma fábrica de veículos da marca chinesa no Brasil. A linha de produção deverá ficar pronta em aproximadamente dois anos. O projeto cumpre as projeções de Habib de que uma marca precisa ter fábrica no Brasil se quiser vender volumes altos, em torno de 100 mil veículos por ano.

A JAC é a segunda chinesa a anunciar uma fábrica no Brasil. Na semana passada, a Chery lançou a pedra fundamental da sua futura instalação, em Jacareí, no interior de São Paulo. Os dois projetos indicam que o teste, com a venda de importados, já foi suficiente para os chineses perceberem que também podem disputar o mercado brasileiro, o quarto maior do mundo, com previsões de alcançar 3,7 milhões de veículos este ano.

As marcas chinesas representam 30% das importações de veículos hoje no Brasil. Mas no mercado total, a fatia é ainda pequena, em torno de 6%. A JAC foi a última a chegar ao país, mas detém a maior fatia entre as chinesas: 1,04% em junho, três meses depois do lançamento da marca no país.

O anúncio da fábrica ocorre dois dias antes do lançamento da minivan J6. As vendas acumuladas no ano - em torno de 10 mil unidades - foram praticamente todas do modelo hatch J3. Apesar da participação pequena em comparação com as grandes marcas, a JAC chama a atenção no mercado graças à uma bem planejada campanha de marketing, que conta com o apresentador Fausto Silva como garoto propaganda.

Também pesou para o sucesso da marca logo no lançamento a habilidade do importador, que conseguiu autorização da matriz da montadora para modificar diversos itens para deixar os carros mais próximos do gosto brasileiro. Isso inclui cor de estofamento, eliminação de rebarbas nos tecidos e painel e também aumento de densidade da espuma dos bancos.

Na 29ª colocação no ranking de vendas de automóveis no país, o J3 passou à frente de modelos fabricados no Brasil, como FIT e Civic, da Honda, o 207, da Peugeot, o Space Fox, da VW, e o Livina, da Nissan. No segmento de hatch pequeno, o modelo da JAC ficou em sétimo lugar, com 2,3%.

Outra ação acertada foi o lançamento oficial da marca simultaneamente à inauguração de 50 concessionárias, das quais 35 do próprio importador. Habib tem experiência nesse tipo de estratégia. Ele foi presidente da Citroën no Brasil e ainda é dono de concessionárias da marca francesa. Seu grupo é responsável por mais de 40% das vendas da Citroen no país.

Na JAC, Habib planeja ampliar a rede para 150 pontos até o fim de 2012, suficiente para cobrir mais de 70% do território nacional.

Além do J6, para cinco ou sete passageiros, que será apresentado esta semana, outros dois modelos serão lançados nos próximos meses: o sedã J5 e, em seguida o compacto J2. O motor flex também está em fase de desenvolvimento.

As marcas chinesas anunciam seus projetos de produção no Brasil no momento em que a coreana Hyundai também constrói a sua fábrica em Piracicaba (SP). Ainda como importados, três modelos da Hyundai lideram segmentos: o I30 é o hatch médio mais vendido no Brasil e os sedãs grandes Azera e Sonata são donos do primeiro e segundo lugares na sua categoria.

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Vendas de veículos já ultrapassam 2 milhões no ano

Agencia Estado

A indústria automobilística já ultrapassou a marca de 2 milhões de veículos vendidos neste ano. Até quinta-feira, a soma era de 2,024 milhões de unidades, cerca de 8% superior ao resultado de igual período de 2010. O mês que termina deve ser o melhor julho da história, com resultados acima dos 302,3 mil veículos vendidos em julho do ano passado, até então a melhor marca para o mês. Também deve ficar pouco acima do resultado de junho, de 304,3 mil veículos.

Até quinta-feira, faltando um dia útil para registro de emplacamentos, o mês acumulava vendas de 287 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, com média diária de 14.350 unidades, similar à média de junho. Só em automóveis e comerciais leves foram 269,9 mil unidades no mês e 1,9 milhão no ano.

Durante a semana, o presidente da General Motor para a América do Sul, Jaime Ardila, reclamou que o crescimento da indústria está sendo estimulado pelas vendas especiais a frotistas e locadoras. "O varejo está parado", disse. "Se, com as medidas de contenção de crédito, o governo estava tentando frear o consumo, no caso da indústria automobilística está garantido."

Esse tipo de negócio, disse ele, não é sustentável. As vendas especiais representam hoje 27% das vendas da indústria, quando o razoável é 20% a 22%.

O quadro também não é favorável aos concessionários, que precisam conceder altos descontos no varejo. Nos últimos finais de semana, a maioria das marcas realizou feirões com atrativos de preços, juros e prazos de financiamento. Neste fim de semana, há poucas ações. Uma delas é a chamada "Briga de Gigantes", que reúne revendas Fiat, Ford, GM e Volkswagen no estacionamento do Extra Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.